Foi em 2003, um pouco depois de eu ter encerrado trabalhos com o Coral da Demag de Vespasiano, que, numa missa solene em que o Madrigale cantava na Basílica do Cura D'Ars, fui procurado pela então presidente do BDMG Cultural, Marília Salgado. Sem muitos rodeios, ela me disse que o Coral BDMG ficaria sem regente, pois o meu amigo Rafael Grimaldi teria que deixar a direção do coro para assumir definitivamente a regência do Ars Nova - Coral da UFMG.
Era um convite, mas também uma passagem. E lá fui eu para o contato com uma turma que também modificaria em muito a minha maneira de trabalhar e vivenciar a vida coral.
Foram 18 anos de uma convivência intensa contínua, que nos levou por muitas cidades de Minas, no projeto Coral BDMG na Estrada Real; que possibilitou encontros importantes entre coros, como o 4 Cantos Corais na Praça; e que se expandiu até uma viagem internacional a Barcelona.
Mas isso fica para depois.
Minha primeira apresentação com o coro aconteceu no dia 16 de maio de 2003, no auditório da Fundação de Educação Artística, em um concerto em homenagem à própria Marília Salgado. E lá estávamos nós, cantando o Te Deum de Manoel Dias de Oliveira.
Não deixa de ser simbólico. Começar um percurso com um Te Deum é, de certa forma, estabelecer um marco. Não pelo caráter celebrativo em si, mas pela dimensão de projeto que a obra carrega.
E é a partir desse ponto que começo, também aqui, a falar do Coral BDMG.
Luiz, Alexandre, Ismael, Saymon, Ramos, Fabrício, Marcílio
Maúde, Denise, Elbene, Alzira, Sílvia, Mônica, Cida Piliu,
Adilea, Rita, Águeda
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